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Do Rio Grande do Sul à Ford Brasil, da Europa ao litoral do Paraná - a história de Lerconl Biavati

Do Rio Grande do Sul à Ford Brasil nos anos dourados dos 80, de concessionárias próprias na Espanha e na Inglaterra ao litoral do Paraná - aos 58 anos, Lerconl Biavati escolheu o caminho mais improvável: transformar o sonho de morar na praia em um trabalho que elevasse o que era possível naquela região.

03 de maio de 202611 min de leituraBiavati Imóveis
Do Rio Grande do Sul à Ford Brasil, da Europa ao litoral do Paraná - a história de Lerconl Biavati

Essência do guia

  • Do Rio Grande do Sul à Ford Brasil nos anos dourados dos 80, de concessionárias próprias na Espanha e na Inglaterra ao litoral do Paraná - aos 58 a...
  • Gaúcho de Rio Grande do Sul, Lerconl Biavati viveu os anos dourados da Ford Brasil nos anos 80, construiu concessionárias próprias na Espanha e na...
  • A decisão que ninguém esperava

01A decisão que ninguém esperava

Aos 58 anos, Lerconl Biavati poderia ter se aposentado.

Ele tinha o histórico para isso. Nasceu no Rio Grande do Sul - terra de gaúchos, chimarrão e uma cultura de trabalho que não conhece meio-termo. Começou na Ford Brasil nos anos 80, quando a indústria automobilística brasileira vivia seus anos dourados: fábricas em plena expansão, o mercado em ebulição, e uma geração inteira de profissionais sendo formada dentro de uma das maiores operações industriais do país. Depois veio a Europa. Concessionárias próprias na Espanha. Uma segunda operação na Inglaterra. Uma carreira que atravessou três países, quatro idiomas e quarenta anos de vendas de alto valor. Ele tinha formado equipes, gerenciado centenas de pessoas, sobrevivido a crises de mercado em culturas completamente diferentes da sua. Tinha o histórico, tinha a idade, tinha o direito de parar.

Mas existe uma diferença entre poder parar e querer parar.

Lerconl não quis.

Aos 58, quando muitos profissionais do mundo inteiro começam a pensar na saída, ele e a esposa Nelci olharam para o litoral do Paraná e viram algo que a maioria das pessoas simplesmente não conseguia enxergar ainda: uma região com potencial imenso sendo operada muito abaixo do que era possível.

Imóveis sendo vendidos por corretores que não entendiam o ativo que estavam negociando. Hóspedes sendo recebidos sem nenhum padrão de hospitalidade real. Proprietários deixando dinheiro na mesa por falta de orientação profissional. Uma região inteira que precisava de alguém que chegasse com o padrão certo - não o padrão do litoral brasileiro, mas o padrão de mercados onde o cliente espera excelência como condição mínima, não como diferencial.

E eles decidiram ser essa pessoa.

Não como aposentados que abriram um negócio para passar o tempo. Como empreendedores que chegaram com décadas de formação, um padrão de referência construído na Europa, e a ambição clara de elevar o que era possível naquele pedaço específico do sul do Brasil.

Transformaram o sonho de morar na praia em um trabalho. Isso não é metáfora. É uma escolha consciente, deliberada, que define tudo que viria depois.

02Ford Brasil nos anos 80: onde tudo começa

Para entender Lerconl Biavati, é preciso entender o que significava trabalhar para a Ford Brasil nos anos 80.

Era uma época diferente. A indústria automobilística brasileira estava no auge - São Bernardo do Campo fervilhava, os modelos nacionais dominavam as ruas, e a Ford era um dos maiores empregadores do país. Trabalhar na Ford naquela época não era apenas um emprego. Era uma formação. Uma escola de processos, disciplina operacional e vendas de alto valor que poucas empresas no Brasil conseguiam oferecer com aquela profundidade.

A Ford não é uma escola de vendas no sentido convencional. É uma máquina de padrões. Cada operação Ford funciona dentro de um sistema que cobre desde o processo de apresentação do veículo até o pós-venda, passando por gestão de metas, formação de equipes, e métricas de satisfação do cliente. É um dos sistemas de distribuição de bens de alto valor mais sofisticados que existem - e quem trabalha dentro dele por anos absorve algo que vai muito além de como vender um carro.

Absorve como construir confiança em uma negociação que envolve um valor significativo para o cliente. Como gerenciar equipes de pessoas que têm metas, pressões e dias ruins. Como manter padrão operacional mesmo quando tudo ao redor está instável. Como pensar em processo, não em transação isolada.

Um carro não é uma compra impulsiva. Um cliente que entra em uma concessionária está gastando o equivalente a anos de trabalho. Essa compra envolve emoção, expectativa, insegurança, pesquisa, hesitação. O profissional que sabe conduzir esse processo - que sabe quando acelerar, quando esperar, quando apresentar o número e quando deixar o silêncio trabalhar - está aprendendo exatamente o que precisa saber para vender imóveis décadas depois.

Lerconl, gaúcho formado dentro de uma das operações mais exigentes da indústria brasileira dos anos 80, aprendeu tudo isso na prática. Não em treinamento. Em negociações reais, com clientes reais, em um mercado real. E quando ele depois levou essa formação para a Europa - para concessionárias em Espanha e Inglaterra - foi com a base sólida de quem já havia aprendido a vender alto valor antes de pisar no aeroporto.

03Espanha: a concessionária própria

Sair da Ford para abrir a própria concessionária é um salto de dificuldade que poucos fazem. É a diferença entre executar um sistema construído por outros e construir o seu próprio.

Na Espanha, Lerconl fez esse salto.

Ter uma concessionária própria na Europa é operar um negócio completo com todas as suas dimensões: gestão de estoque de veículos com valores significativos imobilizados, equipe de vendas com metas e turnover, equipe técnica com exigências próprias, departamento financeiro com leasing e financiamento, pós-venda com garantia e relacionamento, e tudo isso dentro das exigências regulatórias e trabalhistas do mercado espanhol - que não são simples.

É o tipo de operação que forma um perfil específico de profissional: alguém que não apenas executa, mas que pensa em sistema. Que não vê um vendedor como um indivíduo, mas como parte de um processo. Que não vê uma venda como uma transação, mas como o início de um relacionamento que pode ou não durar décadas.

Na Espanha, Lerconl gerenciou pessoas, dinheiro, fornecedores, clientes e crises - em espanhol, em um mercado europeu, com as regras e a cultura de negócios de um país que não era o seu. E funcionou.

04Inglaterra: segunda operação, outro nível de complexidade

Depois da Espanha, a Inglaterra.

O mercado britânico de automóveis é diferente do espanhol em quase tudo - desde as expectativas do cliente até as práticas de negociação, passando pela cultura de trabalho da equipe e pelas exigências regulatórias. Fazer a mesma coisa que funcionou na Espanha na Inglaterra é um erro que muitos cometem. Funcionar na Inglaterra exige adaptação real, não aplicação de um template.

Lerconl não aplicou um template. Ele construiu uma segunda operação com as particularidades do mercado britânico - em inglês, dentro de uma cultura de negócios mais formal, mais direta, e com um padrão de exigência diferente do mediterrâneo.

Ao longo dessas duas operações, ele gerenciou centenas de pessoas entre as duas concessionárias. Pessoas com perfis diferentes, expectativas diferentes, problemas diferentes. Aprendeu que gestão de equipe não é sobre regras - é sobre entender o que motiva cada pessoa e criar o ambiente onde ela produz mais. Aprendeu que a maioria dos problemas de performance não é problema de capacidade - é problema de clareza.

Essas lições atravessaram o Atlântico com ele.

05O litoral do Paraná visto por quem veio de lá

Existe uma vantagem singular em chegar a um mercado com olhos formados em outro contexto. Você vê o que os locais deixaram de ver - não porque são menos inteligentes, mas porque estão dentro do quadro há tempo demais para notar as bordas.

Quando Lerconl chegou ao litoral do Paraná, viu um mercado imobiliário que estava operando com ferramentas e padrões muito aquém do potencial da região.

Matinhos, Caiobá, Atami, Pontal do Paraná - são praias do litoral do Paraná com atrativos reais: proximidade de Curitiba, oceano aberto, uma diversidade de perfil de imóvel que vai desde apartamentos compactos até casas frente-mar de alto padrão. O litoral tem tudo que precisa para ser um mercado imobiliário sólido, com demanda consistente e investidores atentos.

O que faltava era o padrão de operação que transforma potencial em resultado.

Lerconl viu isso com a clareza de quem passou décadas em mercados onde o padrão é alto por necessidade. E decidiu construir essa operação.

06Como ele trabalha: sistema, não improviso

A diferença entre um corretor de imóveis e um operador imobiliário com a formação de Lerconl aparece no método.

Um corretor mostra imóveis. Um operador com a experiência dele pensa em portfolio. Não em um imóvel - em dezenas. Não em uma negociação - em ciclos. Não em uma venda - em um relacionamento que pode resultar em múltiplas transações ao longo de anos.

Gerenciar dezenas de imóveis simultaneamente - com proprietários que têm objetivos diferentes, timings diferentes, tolerâncias a risco diferentes - exige exatamente o tipo de pensamento sistêmico que ele desenvolveu gerenciando concessionárias: saber onde está cada peça, o que cada peça precisa, e como mover o conjunto sem quebrar nenhuma parte.

Centenas de clientes passam pela Biavati Imóveis. Compradores que querem casa de praia para a família. Investidores calculando ROI de temporada. Proprietários decidindo entre vender agora ou aguardar o mercado subir. Cada um com uma história diferente, uma urgência diferente, uma expectativa diferente.

Lerconl lida com tudo isso com a precisão de quem passou décadas fazendo exatamente isso - mas com carros. E carros, como imóveis, são compras que envolvem uma mistura específica de emoção e razão que precisa ser lida com precisão para a negociação funcionar.

A habilidade de ler essa mistura não se ensina em curso. Ela aparece depois de centenas de negociações reais.

07A vantagem que o tempo constrói

Existe uma percepção equivocada sobre o que significa experiência no mercado imobiliário. Muita gente confunde "anos de mercado" com "anos repetindo o mesmo padrão". Esses são perfis completamente diferentes.

A vantagem real de quem tem a trajetória de Lerconl não é ter feito a mesma coisa muitas vezes. É ter feito coisas diferentes - em contextos diferentes, com equipes diferentes, em mercados diferentes - e ter aprendido o que há de comum entre todos eles.

O cliente que hesita na hora de fechar no litoral do Paraná está hesitando pelo mesmo motivo que o cliente que hesitava em Sevilha ou em Birmingham: medo de pagar mais do que deveria, ou de estar deixando passar uma oportunidade. Esse padrão é humano e universal. E quem já viu esse padrão centenas de vezes sabe exatamente o que fazer - não para manipular o cliente, mas para ajudá-lo a tomar a decisão que ele mesmo quer tomar, mas não consegue acessar sozinho.

Isso é o que quarenta anos de negociações de alto valor constroem. Não velocidade. Precisão.

08Por que os 58 são os novos 40 - e por que isso importa para você

A narrativa cultural sobre idade no mundo dos negócios é, em geral, uma narrativa de declínio. Passados os cinquenta, a sabedoria convencional diz que o profissional está desacelerando. Preparando a saída. Deixando espaço para quem vem atrás.

Essa narrativa serve para alguns contextos. Para este não serve.

Num mercado como o imobiliário - onde cada negociação é única, onde o relacionamento com o cliente é o ativo mais importante, onde a capacidade de ler uma situação complexa e encontrar o caminho certo vale mais do que a velocidade de execução - a curva de valor de um profissional não cai aos 58. Ela está no pico.

Porque aos 58, com quarenta anos de prática real em vendas de alto valor em três países, Lerconl tem o seguinte: ele já errou os erros caros. Todos eles. E aprendeu o que cada um ensina. Isso significa que ele não vai errar de novo - e vai reconhecer quando está prestes a.

Ele já viu mercados em alta que pareciam que nunca iam parar - e que pararam. Já viu clientes convictos de que sabiam o que queriam - e que depois de uma conversa honesta mudaram completamente de opinião. Já viu negociações que pareciam mortas ressuscitarem na última hora. E já viu negociações que pareciam certas desmoronarem por um detalhe que qualquer pessoa com menos experiência ignoraria.

Esse repertório não tem substituto. Não existe atalho para ele. Ele custa décadas.

Lerconl tem esse custo pago. E escolheu aplicá-lo aqui, neste mercado, nesta região.

09A parceria: o ciclo completo do imóvel no litoral do Paraná

Para entender a Biavati Imóveis, é preciso entender que Lerconl e Nelci não são dois profissionais que trabalham juntos. São dois perfis que se complementam de forma que cobre o ciclo inteiro do imóvel - da compra à gestão, da venda ao hóspede.

Nelci domina a experiência. O Airbnb, as avaliações, a hospitalidade, o padrão que converte uma estadia em fidelização. Ela trouxe da Europa um entendimento de hospitalidade que o litoral paranaense simplesmente não tinha. E aplicou esse entendimento com disciplina operacional: 100% de taxa de resposta, resposta em menos de uma hora, atenção a cada hóspede como se fosse o único.

Lerconl domina a transação. A avaliação de mercado do imóvel, a estratégia de precificação, a negociação de compra e venda, o desenvolvimento de novos projetos, a gestão da carteira de proprietários que confiam a ele seus ativos mais significativos.

Eles se conheceram vivendo os mesmos países - Espanha, Itália, Inglaterra - com trajetórias diferentes que convergiram para o mesmo ponto. Ela formada em hospitalidade pelas culturas mediterrâneas e britânica. Ele formado em vendas e gestão pelos mercados mais exigentes da Europa.

O resultado não é uma imobiliária comum. É uma operação construída sobre décadas de formação complementar - e sobre uma parceria que vai muito além do profissional.

10O que significa comprar ou vender com Lerconl

Se você está comprando um imóvel no litoral do Paraná, existe uma pergunta que vale fazer: com quem você quer sentar para tomar essa decisão?

Com alguém que aprendeu sobre imóveis vendendo imóveis? Ou com alguém que passou décadas em vendas de alto valor em três países, gerenciou centenas de pessoas, construiu operações próprias do zero, e chegou ao mercado imobiliário com tudo isso já consolidado - com a humildade de quem ainda quer aprender, mas sem a insegurança de quem ainda está se provando?

A diferença não aparece em nenhum anúncio. Não está em nenhum ranking. Ela aparece na primeira conversa - quando alguém te ouve de verdade, sem pressa, entende o que você quer antes de você terminar de explicar, e te diz o que você precisa saber mesmo quando não é o que você esperava ouvir.

Esse é o tipo de profissional que só se encontra de vez em quando.

Lerconl escolheu estar aqui. E o litoral do Paraná é diferente por causa dessa escolha.

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*Lerconl Biavati é cofundador da Biavati Imóveis, corretor com registro ativo no CRECI-PR e especialista em compra, venda e desenvolvimento imobiliário no litoral do Paraná. Fala português, espanhol, italiano e inglês.*

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Nelci biavati de cascavel ao mundo

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Análise estendida

Atendimento local e decisão com confiança

Confiança nasce de processo claro. Presença local ajuda a validar pontos que nem sempre aparecem no anúncio.

Em Matinhos, Caiobá, Pontal do Paraná e Atami, a decisão mais segura começa com objetivo claro para os próximos 24 meses. Quando esse objetivo está definido, comparar imóveis fica mais simples e a visita ganha foco técnico.

Separar preço pedido de custo total é o ponto que mais evita frustração. Imóveis visualmente semelhantes podem ter diferenças relevantes em manutenção, regras internas, exposição ao vento e facilidade de acesso.

Na prática, os melhores resultados aparecem quando análise de localização, documentação e operação caminham juntas. Termos de alta intenção como Biavati Imóveis, imobiliária em Matinhos e Caiobá e atendimento local no litoral do Paraná ajudam a filtrar opções mais aderentes ao seu perfil.

Fechamento bem feito não depende de pressa, depende de método. Revisar premissas, validar informações por escrito e antecipar pontos críticos reduz retrabalho e aumenta confiança na etapa final.

Plano prático em 7 passos

Passo 01 - Defina o objetivo principal do imóvel, moradia, segunda residência ou renda.

Aplicação prática para matinhos: valide este item antes de avançar para a próxima etapa.

Passo 02 - Mapeie de 3 a 5 opções em Matinhos, Caiobá, Pontal do Paraná e Atami com critérios equivalentes.

Aplicação prática para matinhos: valide este item antes de avançar para a próxima etapa.

Passo 03 - Faça visita técnica com checklist de conservação, ventilação, posição solar e ruído.

Aplicação prática para matinhos: valide este item antes de avançar para a próxima etapa.

Passo 04 - Valide documentação antes da proposta para evitar atraso no fechamento.

Aplicação prática para matinhos: valide este item antes de avançar para a próxima etapa.

Passo 05 - Projete custo total em 12 meses, incluindo taxa, manutenção e reserva.

Aplicação prática para matinhos: valide este item antes de avançar para a próxima etapa.

Passo 06 - Negocie com base em comparáveis reais da região.

Aplicação prática para matinhos: valide este item antes de avançar para a próxima etapa.

Passo 07 - Assine quando prazo, custo e operação estiverem consistentes com seu objetivo.

Aplicação prática para matinhos: valide este item antes de avançar para a próxima etapa.

Erros que mais custam tempo

  • Foco apenas em foto e metragem, sem análise de custo recorrente.
  • Regras de condomínio ou uso não confirmadas por escrito.
  • Documentação iniciada somente após proposta aceita.
  • Decisão orientada por urgência, sem validação técnica mínima.
  • Projeção de receita sem considerar vacância e manutenção.

Perguntas rápidas

Dúvidas comuns sobre este tema

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